

A devastação da Natureza está causando a falta dágua no Planeta.
Confira alguns números da água no mundo
O preço médio da água encanada no mundo é de US$ 1,80 por m3. A falta desse sistema encarece o abastecimento. Cidades como Bangladesh chegam a pagar 250 vezes mais pela água transportada em caminhões.
Mortes
A falta de água potável e saneamento básico mata 6.000 crianças por dia em todo o mundo.
Segundo dados do Banco Mundial, mais de 2,2 milhões de pessoas morrem todo ano e metade dos leitos hospitalares em todo o mundo estão ocupados por pacientes com doenças causadas pela escassez desses recursos.
Números curiosos

O dia hoje em Firminópolis foi um dos mais quentes do ano, parece que vai pegar fogo....já estamos economizando água...o Rio Turvo está com pouquissima água...os peixes estão cheio de ovos para desovar nas cabeceiras do rio. Mas como subir se as águas são insuficientes? Á pesca predatória é uma realidade , mas as autoridades competentes não tem competência para fazer cumprir a lei, o homem por si não tem consciencia...ai caramba tem tanta coisa errada nesse mundo que com pequenos gestos tudo poderia ser diferente...tenho fé e esperança que a Naturea um dia voltará a ser a "mesma".


Olá colegas....que bom encontrar vcs , com tanta disposição. Sejamos felizes e capazes para enfrentar o amanhâ.


Abraços a todos...
Os blogs de vcs estão maravihosos.

Quando
será que os Governantes tomarão conhecimento da importância da preservação ambiental? Meu Deus!! O homem está se auto-destruindo.
As queimadas estão elevando as temperaturas e reduzindo a precipitação pluviométrica na Amazônia e acelerando o ritmo pelo qual a floresta é transformada em pastagem, disseram cientistas na terça-feira.
Os grandes incêndios provocados por madeireiros e agricultores aumentaram drasticamente nos últimos 20 anos, modificando a cobertura de nuvens e reduzindo a quantidade de chuvas em algumas áreas já desflorestadas, que estão sendo transformadas em pastos ou cerrados.
"Todos os modelos indicam a mesma coisa, a 'savanização"', disse Pedro Leite Silva Dias, da Universidade de São Paulo, em uma conferência científica sobre o desflorestamento da Amazônia.
Dias disse que o pior cenário para a região será a manutenção do atual ritmo das queimadas e derrubada de árvores, o que faria que dentro de 50 a 100 anos 60 por cento da floresta vire cerrado. O mais provável, segundo os especialistas, é uma transformação de 20 a 30 por cento da floresta em cerrado.
A Amazônia concentra cerca de 30 por cento das espécies animais e vegetais do planeta. O ano passado foi o segundo pior da história em termos de devastação -- 2,4 milhões de hectares, uma área equivalente à de Sergipe. Cerca de 85 por cento da floresta permanece preservada por enquanto.
As nuvens sobre a Amazônia não estão em seu estado normal. As repercussões disso serão sentidas bem longe", disse Meinrat Andreae, do Instituto de Química Max Planck, da Alemanha. "Isso leva a mudanças significativas na circulação global [de nuvens]".
Os especialistas descobriram recentemente que as queimadas na Amazônia representam 75 por cento das emissões dos gases do efeito estufa no Brasil, o que torna o país um dos dez maiores poluidores do mundo.
Os cientistas dizem que a Amazônia já está apresentando efeitos do aquecimento global, e que as próprias queimadas estão acelerando esse processo.
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A chave do estudo foi mapear o ciclo de uma versão molecular pesada da água comum na Amazônia, a qual evapora com mais rapidez através de plantas do que através de lagos e rios O rio Amazonas é responsável por um quinto do volume total de água que entra nos oceanos do mundo. | ||||||||
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SECA NA AMAZÔNIA É ACUSADA POR DOIS PONTOS DE AQUECIMENTO NO OCEANO ATLÂNTICO Panorama Ambiental Manaus (AM) – Brasil Setembro de 2005 |
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28/09/2005 - A explicação para a seca que tem atingido a região Norte está no Oceano Atlântico, segundo Everaldo Souza, meteorologista do Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam). "Há duas áreas de aquecimento. Na região da Bacia Norte, onde tem havido episódios de furacões, e na região subtropical, próxima à costa sul e sudeste do Brasil, há muita água quente. Isso provoca a formação de chuvas sobre o oceano. Como a atmosfera na região tropical é dinâmica, acontece um movimento de compensação: o ar mais frio desce, mas sobre a Amazônia. E isso inibe a formação de nuvens e a ocorrência de chuvas na região" explicou.
O fenômeno, segundo ele, tem sido observado nos últimos três meses e tende a se manter em outubro. Na última sexta-feira (23), os meteorologistas do Centro Técnico Operacional do Sipam em Manaus realizaram a reunião trimestral de análise climática. "O prognóstico é feito com base no conhecimento científico e em alguns modelos numéricos e estatísticos. Então, a tendência é que em outubro permaneça a condição de pouca chuva na parte sul da Amazônia, nos estados do Acre, Rondônia e no sul do Amazonas. Já em novembro e dezembro, as condições vão se normalizar. A tendência é que a estação chuvosa, então, ocorra normalmente", acrescentou.
Fonte: Agência Brasil – Radiobras (www.radiobras.gov.br)

| A rarefação da camada de ozono tornou-se num dos maiores problemas ambientais do planeta. Ainda que a reacção a este problema comece a produzir resultados positivos, só dentro de 1 ou 2 séculos se poderá atingir uma recuperação completa. Vamos nos preocupar com a Mãe Natureza, o homem deve se conscientizar , agir , reflorestar, pensar...até quando veremos esses atos de destruição? Onde está os Governantes desse País tão maravilhoso? |
CFCs-clorofluorcarbonetos
De 1988 a 1992 o consumo global destes gases decresceu, pois muitos estados baniram quase por completo a sua produção e importação, e conseguiram produzir aerossóis que usam propulsores alternativos inócuos para a camada de ozono. É imperativo que a procura de alternativas continue, para garantir a total eliminação destes gases. É, igualmente, vital promover a cooperação técnica entre os países desenvolvidos e os países em desenvolvimento, para que todas as nações adoptem as novas tecnologias. Afinal, a camada de ozono protege todo o planeta.
Os cientistas começam agora a notar os resultados dos seus esforços para diminuir a libertação dos CFCs. Mas mesmo assim, recentemente foi descoberta uma área com a camada de ozono muito destruída no Hemisfério Norte (sobre a Europa do Norte). Isto pode trazer consequências dramáticas, já que a densidade populacional é bem maior sob este novo buraco do que sob o da Antárctida. O que vai acontecer ao ozono no futuro depende de como o problema for encaminhado. No entanto, uma certeza existe - é que a camada de ozono só retornará à normalidade quando os CFCs tiverem desaparecido por completo da atmosfera, o que só acontecerá daqui a um ou dois séculos .
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